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Lazy Lover Undercover

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A tortura: universidade

Segunda começa a tortura. Só de pensar na universidade e no péssimo ano que tive o ano passado por causa dela, só me apetece fugir. Não tenho amigos no curso, não tenho para quem voltar, não tenho quem rever. Parece que anda tudo ansioso por este inicio de aulas. Às vezes arrependo-me de não ter ido à praxe, mas depois penso melhor e não dava para ser de outra maneira. Não tinha nada a ver com aquilo, eramos imcompatíveis. E, apesar do pessoal que vai à praxe dizer que os anti-praxe não são descriminados, não é isso que, gente como eu, sente. O que acontece muitas vezes é nós próprios nos pormos de parte, porque nos sentimos deslocados à beira deles. Têm sempre algum interesse comum e estão sempre a falar de assuntos relacionados com doutores e com praxes, e convivem tanto uns com os outros, que o pessoal de fora se sente mal perto deles. Eu não gosto de me colar às pessoas e se, me sentir melhor sozinha do que com gente com quem não me sinto bem, por muito boas pessoas que possam ser, eu escolho ficar sozinha. Mesmo nos trabalhos de grupo, fico sempre nos restos. Os grupos já estão formados e eu não estou em nenhum. E há coisas que me fazem muita confusão, por exemplo, ver pessoal falar mal nas costas de alguém e depois na frente é só beijinhos e abraços, e é pah isso não dá para mim.

 

E é isso que a universidade representa para mim:  Solidão, muito trabalho e colegas, nada de amigos.



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