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Lazy Lover Undercover

Lazy Lover Undercover

Fica a dúvida

Engracei com um amigo dos meus irmãos. Não que seja a primeira vez, mas desta vez é diferente. Quando era pequena, achava piada a toda a gente, agora a história é outra. Já o conheço de vista há muitos anos, embora não o visse há muito tempo. Andou com um dos meus irmãos no infantário e tocou, mais recente, com um outro irmão meu num projecto. Não sei se ele esteve, até agora, sem saber quem eu era. Faz sentido que assim seja. Não me conhecia, alguém lhe disse de quem era irmã e, a partir daí, passou a cumprimentar-me sempre, e com muita simpatia. Apesar de nos termos cruzado excessivamente esta semana que passou, num contexto específico, não sei se seria o suficente para, de repente, ser tão simpático. Bem, fica a dúvida.

Gente sem consciência

Num espaço de dois dias, soube de duas histórias parecidas e ambas profundamente tristes. A semana passada, uma amiga de um dos meus irmãos teve um acidente e o condutor causador do acidente fugiu depois do embate. O carro dela ficou desfeito, ela felizmente, safou-se com um braço partido e algumas mazelas. Há dois dias atrás, um amigo do meu outro irmão foi atropelado a caminho de casa. Qual é a semelhança entre as duas histórias? Também a pessoa que o atropelou fugiu. Ficou irreconhecível, sabe deus quanto tempo passou até alguém o ter visto e chamado a ambulância, coisa que nem isso quem o atropelou fez. Está às portas da morte, um rapaz com vinte e poucos anos.